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Extrema-direita pede para não aceitarem Marrocos na Copa do Mundo de Futebol
Extrema-direita da Espanha e Portugal pedem para países não aceitarem Marrocos dividir a Copa do Mundo de Futebol
O partido espanhol de extrema-direita Vox solicitou formalmente a exclusão de Marrocos da organização conjunta do Mundial de Futebol de 2030, alinhando-se com a posição anteriormente defendida em Portugal pelo partido de esquerda Livre. Ambos os quadrantes políticos reagem de forma semelhante à recente crise migratória e diplomática na cidade autónoma de Ceuta.
A Iniciativa em Espanha
Ação do Vox: O partido deu entrada a uma iniciativa parlamentar no Congresso espanhol para instar a FIFA a retirar o país africano do torneio.
Convergência Incomum: Curiosamente, a plataforma espanhola de esquerda Sumar também manifestou concordância com o pedido de afastamento.
Justificação: Argumentam que Marrocos utilizou os fluxos migratórios como "guerra híbrida" e arma de pressão política.
O Antecedente em Portugal
Apelo do Livre: O co-porta-voz Jorge Pinto enviou uma carta oficial ao primeiro-ministro Luís Montenegro e à Federação Portuguesa de Futebol.
Argumento: Defendem que o reino marroquino "instrumentaliza pessoas vulneráveis" e não oferece garantias de cooperação ou segurança.
Reação: A proposta do Livre foi ignorada pelo PSD, considerada precoce pelo PS e acolhida com reservas pela restante esquerda.
A contestação surge após a entrada massiva de dezenas de milhares de migrantes em Ceuta, alegadamente facilitada pelo afrouxamento da fiscalização fronteiriça das autoridades marroquinas.

















